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Operação Resgate Região Serrana

A enxurrada na região serrrana do Rio de Janeiro foi a maior catástrofe natural desde 1967. Em poucas horas, um temporal que iniciou na terça-feira matou mais de 200 pessoas em três municípios da Região Serrana do Rio de Janeiro — Teresópolis, Nova Friburgo e Petrópolis.

Deslizamentos de toneladas de terra, quedas de pedras gigantescas e enxurradas de lama comparadas a tsunamis atingiram moradores, tomaram bairros inteiros e inundaram prédios em segundos, em um cenário semelhante ao provocado por um furacão.

As prefeituras dos três municípios atingidos afirmam que o número de vítimas pode subir, pois equipes de resgate têm dificuldade de chegar aos locais dos desmoronamentos. Falta água, energia elétrica e telefone. Pelo menos três estradas que cortam a região precisaram ser interditadas parcialmente, o que atrapalhou ainda mais o trabalho de bombeiros, equipes de resgate, voluntários e agentes da Defesa Civil.

A tragédia deixou 546 mortos nos primeiros dias. Segundo informações divulgadas, foram contabilizados 246 mortos em Nova Friburgo, 231 em Teresópolis, 43 em Petrópolis, 22 em Sumidouro e quatro em São João do Rio Preto. Segundo autoridades, o número de vítimas fatais ainda pode dobrar.

Em muitas áreas da região serrana do Rio de Janeiro só os helicópteros podem ajudar no resgate de vítimas. Sejam dos bombeiros ou alugados por pessoas solidárias, as vítimas agradeceram o importante apoio.

A utilização do helicóptero foi essencial para as buscas e socorro as vítimas da tragédia na Região Serrana do Rio de Janeiro, que, já tinha vitimado mais de 600 pessoas (dado não oficial). Vários helicópteros foram usados na missão de busca e salvamento das vítimas.

Segundo informações não oficiais, havia mais de 30 aeronaves a disposição para operação resgate região serrana.  

Última atualização (Qua, 16 de Março de 2011 20:45)

 

Pequeno histórico Red Bull Air Race

Transformar sonho em realidade

Veja imagens dos preparativos da aeronavee

Em 2001, surge uma grande idéia de fundir a aviação com os elementos mais emocionantes dos desportos motorizados. Sete anos mais tarde, a Red Bull Air Race, no seu formato atual, já ultrapassa largamente essa visão.
Transformou-se num desporto motorizado completamente novo e  independente, com mais tensão, maior competitividade e mais audiência do que alguém alguma vez imaginou.

A Red Bull Air Race, foi concebida em 2001 pelo departamento desportivo da Red Bull que é responsável pela criação de uma vasta gama de eventos desportivos inovadores em todo o mundo. O objetivo era desenvolver uma nova corrida aérea que desafiasse a habilidade dos melhores pilotos do mundo, criando uma corrida no céu que não fosse simplesmente uma prova de velocidade, mas também de precisão e de perícia. A resposta foi a construção de um percurso de obstáculos criado especificamente para os pilotos percorrerem em velocidades elevadas.
Red Bull Air Race no Brasil
 Mundial de Corrida Aérea do Red Bull Air Race voltou ao Rio de Janeiro, três anos depois de levar mais de 1 milhão de pessoas à Enseada de Botafogo. Na temporada 2010 do Red Bull Air Race, a Cidade Maravilhosa receberá a terceira etapa da competição, que tem início nos Emirados Árabes, nos dias 26 e 27 de março. 

FINALIDADE DA EQUIPE DE RESGATE K-PRA

Objetivo Geral
Estabelecer em conjunto com a organização Red Bull Air Race e organização do evento, um conjunto de diretrizes, quanto ao sistema de resgate aos pilotos.
Objetivo Específico
Gerenciar todo sistema de resgate aéreo nos dias de treinamento e competições.
Estabelecer contato com hospital de referência de grande porte e que tenha heliponto  para facilitar a última etapa do resgate. A entrada do socorrido ao CENTRO DE TRAUMA.

DINÂMICA DO RESGATE
Quando houver a necessidade de resgate de piloto, este será realizado primeiro por uma equipe de mergulhadores em um bote resgate (semelhante ao nosso) e, que vão retirar o piloto da água, será então transferido para um segundo barco resgate, este, equipado com equipamento de SUPORTE MÉDICO AVANÇADO.
Em seguida, será levado até um “píer” montado estrategicamente. Onde estará baseada uma de nossas ambulâncias, que, fará o translado do piloto até ao helicóptero de resgate. Que estará em um “PONTO DE POUSO OCASIONAL ” montado próximo a este píer.
Decolando então para o hospital de referência.

Última atualização (Qua, 25 de Maio de 2011 14:32)

 

Projeto de implantação de Heliponto Térreo em Unidade Hospitalar Estadual

Em 2006, o Dr. Chaves, Diretor Geral do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, conhecido com Hospital de Saracuruna, no Município de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. Tinha como objetivo implantar um heliponto no estacionamento deste hospital. Mas não havia recursos humanos para fazê-lo.
Então, foram convidados 03 profissionais. A fim de, tomar conhecimento do objetivo do Diretor, fazer observações e criar o:

PROJETO DE IMPLANTAÇÃO DE HELIPONTO TÉRREO EM UNIDADE HOSPITALAR ESTADUAL

(Veja as imagens do Resgate simulado para o heliponto do HEAPN)

Os profissionais responsáveis por isso foram:
Lindon Johnson - Tripulante Operacional da Marinha do Brasil
Robson Franco – Equipe k-pra Serviços Técnicos
Mário Faico – Assessor de Segurança de Voo
Em seguida mais dois  profissionais estavam no grupo:
Antonio Álvaro – Gerente de Engenharia Clínica
Melquesedeque Nogueira – Sistema de Segurança e Prevenção de heliponto CRASH, Marinha do Brasil.

Nossa meta como dito anteriormente era transformar o estacionamento do hospital em área de pouso de helicópteros. Mas, antes da conclusão deste projeto nos tínhamos que apresentar as futuras mudanças operacionais do hospital aos demais profissionais de saúde. Com setores chaves, e programa de treinamento específico;

SEÇÃO DE ENGENHARIA CLÍNICA E MANUTENÇÃO
Programa de Treinamento
Operações em heliponto
Combate a incêndio
Procedimento de emergência em heliponto

SETOR DE SEGURANÇA
Programa de treinamento
Operações em heliponto
Combate a incêndio
Procedimento de emergência em heliponto


EQUIPE DE MAQUEIROS
Operações em heliponto
Embarque e desembarque de feridos
Combate a incêndio
Procedimento de emergência em heliponto

SALA DE TRAUMA

Programa de treinamento
Operações em heliponto
Embarque e desembarque de feridos
Preparo de pacientes para transporte aeromédico
Combate a incêndio
Procedimento de emergência em heliponto

Para este treinamento nós tínhamos que usar um “sistema” de conscientização a todos os profissionais deste hospital. Fizemos palestras, apresentamos vários vídeos sobre operações aeromédicas com helicópteros, acidentes com helicópteros. Preparando-os para mudança na cultura organizacional do hospital e na versatilidade para uma catástrofe.
Um refeitório que, em aproximadamente 30 minutos, pode ser transformado em uma unidade de emergência. Esta era uma novidade para o Hospital Estadual Adão Pereira Nunes (Saracuruna), em Duque de Caxias, e é semelhante ao protocolo de emergência dos hospitais que existe em Israel.
As mesas e cadeiras do refeitório, com capacidade para 300 refeições por dia, são retiradas rapidamente para que entrem camas no lugar. Em pouco tempo, transforma-se numa emergência com 15 leitos. Médicos e profissionais de enfermagem foram treinados pela equipe k-pra para montar a estrutura e agir em caso de imprevistos.
- O refeitório reversível atende a situações em que o hospital, em sua capacidade normal e plena, não teria condição de receber mais pacientes - destacou o diretor do hospital, Manoel de Almeida Moreira Filho.
O espaço reversível é estratégico em emergências. Caso o local do incidente seja distante, os feridos podem ser levados de helicóptero para o Adão Pereira Nunes. O hospital tem um heliponto 24 horas, com iluminação noturna. A unidade funciona hoje com 40 leitos de emergência e 42 de CTI, com vagas para adultos, crianças e recém-nascidos.
Em seguida apresentamos a idéia de se criar o protocolo de operações com helicóptero do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes.
Quando demos por terminada a nossa tarefa de construção de heliponto hospitalar e programa de treinamento de pessoal, surgiu, a idéia de um grande simulado com múltiplas vítimas na BR 040 Rodovia Washington Luiz. Este simulado tinha como objetivo “por a prova” o nosso trabalho.
Para a aferição deste trabalho o Hospital Estadual Adão Pereira Nunes realizou em parceria com Polícia Rodoviária Federal, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, CONCER, SAMU e Sistema APELL, um acidente de grande proporção na BR 040 Rodovia Washington Luiz, sendo necessário o uso de vários helicópteros para a transferência dos feridos a um hospital de referência com HELIPONTO.  O HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES.
Semanalmente, foram realizadas reuniões para definir o que cada participante tinha de fazer.

LEMBRE-SE: SEGURANÇA DE VOO ACIMA DE TUDO

Neste evento, o Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, junto, com a Secretaria de Saúde de Duque de Caxias, realizaram uma parceria com a HELI-RIO TÁXI AÉREO, para utilizar neste simulado uma de suas aeronaves para o resgate das vítimas.

DINÂMICA DO RESGATE

O socorro é acionado
Equipe de terra chega primeiro, com carro resgate e ambulância, e faz a triagem
Equipe de terra aciona o helicóptero (tripulado por Robson Franco e Dr. Chaves)
Helicóptero chega ao local do acidente, toma ciência de quem deve transportar, prepara a vítima para o embarque e aciona a equipe do HELIPONTO DO HOSPITAL ADÃO PEREIRA NUNES.
Helicóptero chega ao heliponto, onde os responsáveis pela área de segurança Lindon Johnson Mário Faico, Melquesedeque Nogueira, coordenam as equipes que foram formadas para o apoio ao resgate aeromédico.

IMPORTANTE
SÓ PARTICIPARAM DESTE EXERCÍCIO DE AFERIAÇÃO DO HELIPONTO, OS PROFISSIONAIS QUE FIZERAM O PROGRAMA DE TREINAMENTO CONOSCO.
AUTORIDADES FEDERAIS ESTADUAIS E MUNICIPAIS LIGADAS DIRETAMENTE E INDIRETAMENTE AO EXERCÍCIO ESTIVERAM PRESENTES, E PARTICIPARAM DA APRESENTAÇÃO E ENTREGA DO HELIPONTO HOSPITALAR NO AUDITÓRIO DO HOSPITAL ADÃO PEREIRA NUNES.


Hoje, o Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, faz parte do PLANO DE EMERGÊNCIA DAS INSTITUIÇÕES:
Aeroporto Internacional
Aeroporto Santos Dumont
Sistema REDUC
O heliponto já consta com o idicativo na ANAC: SWQD

Última atualização (Qua, 16 de Março de 2011 19:14)

 

Breve História do Rappel

 

A técnica foi “inventada” em 1879, pelos escaladores franceses Jean Charlet-Stranton e seus companheiros Prosper Payot e Frederic Folliguet durante a conquista do Petit Dru, paredão de rocha que lembra um obelisco, coberto de gelo e neve, perto de Chamonix, na França. Conhecido como "alpinismo em cachoeira", o Rappel reúne técnicas da espeleologia e escalada. Com uma corda presa num ponto de segurança (uma árvore ou uma rocha), a pessoa desce o leito de um cânion, vencendo cachoeiras.
Porém, foi com os espeleólogos no início do século XX, que a técnica passou realmente a ser mais difundida. Com o auxílio de cordas, esses exploradores conseguiram chegar a locais que antes não podiam ter acesso. (Veja fotos de sequência de treinamento rapel em helicóptero)

 O que é o Rapel
Uma técnica de descida que o praticante utiliza para transpor obstáculos como prédios, paredões, cachoeiras, entre outros, com o uso de cordas ou cabos.

O termo "rappel" vem do francês e significa trazer e recuperar, na verdade, é a técnica de recuperar a corda para que ela possa ser novamente utilizada no processo de descer de uma escalada. Bom Rappel (denominação consagrada pelo uso) para todos, seja ele técnica, no resgate de vítimas ou esporte.
Existe uma grande discussão sobre se o rappel é um esporte ou apenas uma técnica. Há os que acreditam se tratar de um esporte e  encaram como uma atividade “divertida” e que é utilizada sem outros fins, apenas por diversão. Já os que acreditam se tratar de uma técnica, geralmente a utilizavam como um meio de realizar outra modalidade, outro esporte ou mesmo a trabalho.

 O esporte se praticado de maneira imprudente representa grande perigo aos praticantes. Um instrutor capacitado e que conheça o local, com o auxílio de bons equipamentos diminui muito o risco de qualquer acidente.
Rappel de helicóptero        
 O  rappel de helicóptero,é uma técnica  específica só utilizada por tripulantes de helicópteros de salvamento. Empregada quando usado no resgate aéreo de pessoas em locais de difícil acesso, geralmente atletas de esportes de aventura como rapel, asa delta e trilhas.
Técnica “Mc Guire”
Segundo a história,  esta técnica tem sua origem no nome de um militar americano, que, no período da guerra do Vietnã, utilizando-se de atitude e criatividade, retirou militares que se encontravam no meio da floresta, através de cordas fixadas no helicóptero.
Essa técnica é utilizada para resgatar vítimas em locais de difícil acesso (matas, telhados, torres, encosta de montanha, etc) onde outra técnica não seria possível ser empregada, visto o risco para a segurança de todos que esse tipo de operação apresenta.


Os equipamentos básicos o  rappel  de resgate em operações de salvamento com helicóptero são:


Bouldrier (cadeirinha)

É um conjunto de fitas que fica na cintura e nas pernas, ligando o "rapeleiro" à corda através do freio. Existem modelos totalmente ajustáveis, nas pernas e na cintura. As melhores marcas são: Petzl, Simond, Beal, Black Diamond, etc.
 

 

 

Freio Oito

Equipamento em formato de oito, feito a base de titânio, por onde a corda passa e faz atrito, tornando possível o controle da descida pelo praticante. Dependendo da altura e da atividade (canyoning, espeleologia, escalada) existem outros modelos de freio. As melhores marcas são: Petzl, Simond, Camp, etc.
 

 

Capacete

É sensato o uso do capacete. Sua função básica é a proteção do praticante em caso de escorregões e de pedras soltas que podem cair acidentalmente.
As marcas mais conhecidas são: Petzl, Camp, Montana, etc.
 

 

Luvas

Sua principal função é proteger as mãos do praticante durante o rappel evitando queimaduras e facilitando o controle da descida.
Imprescindível para sua segurança.
 

 

 

Fita Solteira

Fita muito resistente utilizada para prender a corda em grampos, árvores ou outros pontos de fixação. Outra função importante da fita é a proteção da corda contra desgastes.

 

 

Mosquetão

Equipamento feito com liga de titânio (um dos metais mais resistentes do mundo), que prende o oito à cadeirinha. Também é usado para prender as cordas aos grampos ou qualquer outro local de ancoragem (ponto de fixação).
Devido a sua resistência, alguns mosquetões suportam pesos acima de 3 toneladas.
Existem de vários modelos e formas (com trava e sem trava). Prefira as marcas com trava ou rosca. As melhores marcas são: Petzl, Simond, Camp, etc.

 

Corda

No rappel a corda deve ser estática. Tem capacidade de suportar pesos acima de 1 tonelada, dependendo do seu diâmetro. O tamanho da corda vai variar do local onde vai ser praticado. A espessura deve ser maior que 11 milímetros se for usada simples.

Os preços variam de acordo com a marca.
OBs: No alpinismo são usadas cordas dinâmicas, devido a sua elasticidade.

 

Rádio de comunicação

Para que o socorrista se comunique com o piloto.

 

 

 

Óculos de proteção

 

 

 

Uma boa faca para resgate.

Última atualização (Qui, 10 de Março de 2011 23:14)

 

Campeonato Mundial de Vôo Livre Categoria Parapente Castelo – Espírito Santo 2008

A última etapa do PWC  ( PARAGLIDING WORLD CUP) Campeonato Mundial de Parapente foi realizada na Rampa de Ubá que está a 960 metros de altitude, localiza-se a 27 km da cidade, de fácil acesso, permite várias decolagens simultâneas, e boa infra-estrutura.
 O Vôo é sobre as montanhas e precipícios, o pico do Forno Grande, a Pedra do Dedo e a Cachoeira da Prata, fazem parte do belo cenário. A rampa tem infra-estrutura completa com banheiro, lanchonete, estacionamento, muita sombra para o público.
 A condição de vôo em Castelo promete boas provas e longas distâncias. Ao todo 125 pilotos de diversos países na disputa.
 O Campeonato Mundial de Parapente (PARAGLIDING WORLD CUP) é considerado a FÓRMULA 1 do esporte, todas as fábricas colocam seus pilotos com o que há de melhor no mundo do parapente, porém, outros, competem pelo prazer de voar em condições  adversas. Os melhores pilotos do mundo estão participando.
 O suíço STEFAN SCHOMOKER, foi o vencedor da etapa de Castelo do PWC.

Galeria de Fotos

Fonte: Hipoxia Adventures Sports
 
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